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  • Vicente Vieira

As novas gerações e as novas tecnologias

Updated: Jan 28


A realidade em que você vive neste momento está sendo transformada continuamente por pessoas das mais diversas épocas e como elas se relacionam com o mundo. Dos Baby Boomers à chamada Geração Alpha, somos milhares de indivíduos em diferentes estágios da vida, que foram e continuam sendo expostos a estímulos distintos com intensidades diferentes.


Você já deve ter ouvido reclamações de pais de alunos, ou ter feito você mesmo, sobre como os jovens não largam seus celulares em nenhum momento. Parece até que já faz parte do corpo, né? Isso ocorre, porque, além das inúmeras diferenças que caracterizam uma geração e outra, a tecnologia é um dos principais estímulos que se apresentam em intensidades opostas para crianças/adolescentes e adultos.


Conflito Geracional

Pessoas de gerações diferentes – professor e aluno, por exemplo – podem vivenciar o conflito geracional, por terem percepções e valores distintos. Enquanto antigamente o processo educacional era mais vertical, ou seja, professor com papel de fala e aluno com papel de escuta, hoje eles enxergam esse processo mais horizontal, no qual os alunos são mais questionadores e participativos. Eles demandam mais interação no processo de aprendizado.


Não estamos dizendo que as gerações mais velhas devam apenas aceitar essas diferenças e se resignar, mas entender como podem, e devem, usar seus conhecimentos para serem mais efetivos no processo de ensino-aprendizagem. Isso é extremamente relevante para que as mudanças que precisamos para o mundo sejam alcançadas de forma cada vez mais rápida, conjunta e eficaz.


Mudança de Hábitos


A mente humana é apaixonada por novidades. Durante muitos anos, grande parte delas chegavam aos alunos unicamente por meio da escola, fosse pela troca com o professor ou com os demais colegas de sala. Com a tecnologia, essas novidades chegam a todo instante, em diferentes locais e formatos. Com tanto vislumbre e informações, sair desse sistema, que já virou um hábito para as novas gerações, e ingressar em um ambiente menos interativo é um choque. Afinal, as fotos, notícias e comentários que aparecem nas redes sociais, por exemplo, parecem fazer mais parte da realidade deles do que a matéria da sala de aula.


Para os professores, o choque pode ser ao contrário: sair de um ambiente sem o uso da tecnologia e passar a se ver imerso em um mar de smartphones. Porém, usar essas atualizações de modo contextualizado pode aproximar a rotina em sala de aula do que os alunos vivenciam no seu dia a dia. Com essa troca de experiências, é possível que saia um denominador comum entre professor e aluno, que passam a compartilhar a mesma realidade.


Fonte: Pearson - The Global Learner Survey (setembro 2019)


Se Conectando com o Futuro


Ou podemos dizer “presente”? As salas de aula já passaram pelo impacto dos Millenials e Geração Z, que está agora mesmo revolucionando o mercado de trabalho. Entre 2017 e 2018, o Inep aponta que houve recuo de 220 mil matrículas. Segundo o Banco Mundial, entre as três principais causas está o desinteresse do aluno. No momento, as aulas do Ensino Fundamental estão sendo ministradas à primeira geração 100% digital, que dificilmente vai conseguir aprender e evoluir em todo seu potencial com métodos de ensino ultrapassados.


E qual seria uma das soluções? Precisamos trabalhar com aquele estímulo ao qual todos fomos expostos: a tecnologia. Sim, apesar de ela nos diferenciar como gerações, também é capaz de nos unir e permitir um melhor relacionamento com os estudantes hiperconectados.


Inserir a tecnologia no planejamento pedagógico possibilitará que os estudantes se sintam não apenas como receptores, mas participantes e, talvez o mais importante, protagonistas de seu próprio aprendizado. Com métodos mais dinâmicos e interativos, o seu aluno vai adquirir as competências exigidas pelo mercado de trabalho e o tão desejado engajamento para que ele cresça, se desenvolva e aprenda.

Um exemplo de grande sucesso do uso da tecnologia para deixar o aprendizado mais atraente é o jogo Minecraft, disponibilizado na plataforma Minecraft: Education Edition. Além do fator engajamento, alguns números chamam a atenção: 98% dos professores citaram a resolução de problemas como uma das características mais desenvolvidas, mencionando também criatividade, colaboração e habilidades computacionais. O desenvolvimento das chamadas soft skills dos alunos também chamou a atenção, tendo em vista que, segundo os estudos realizados pela Microsoft, 40% dos empregos em indústrias que estão em desenvolvimento vão precisar dessas habilidades.

A própria Microsoft tem outros recursos para o ensino na plataforma Microsoft Educação e há diversas outras iniciativas que você, caso não conheça, precisa conhecer. Até porque os recursos e formatos - jogos, livros digitais, vídeos, realidade aumentada ou até aplicativos e plataformas personalizadas – são inúmeros.


E lembre-se: em um futuro não tão distante, a geração Alpha será a voz das novas tecnologias. Ou já não é?



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