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  • Vicente Vieira

A gamificação no aprendizado

Updated: Jan 28

Há não muito tempo, considerávamos ruim uma criança passar algumas horas jogando, pois achávamos que era perda de tempo. “Sai desse celular e vai estudar” – quem já não ouviu ou falou isso? Pois é, mas e se disséssemos que dá pra passar horas jogando/brincando, ao mesmo tempo que estuda? Bem-vindo à geração da gamification.

Gamification, ou simplesmente gamificação, é uma estratégia que utiliza técnica e design de games em contextos que não sejam necessariamente os jogos em si. É o famoso “aprender brincando”, só que na versão século XXI. Uma forma incrivelmente eficaz para ensinar e fixar o conhecimento na mente dos alunos. O fato de eles estarem se divertindo, e não focados em decorar tempos verbais, faz com que a absorção desse conhecimento seja muito mais natural e perene, pois ele já sabe na prática para que servem as palavras e como deve usá-las.


Quer dizer, o tempo que uma criança passa (ou gostaria de passar) jogando e brincando, pode ser usado para beneficiar todos os lados da história: crianças, pais e professores.

Gamification em sala de aula


Brincar parece muito mais atraente do que “o professor dando palestra na frente da sala, enquanto os alunos ouvem e copiam o texto do quadro no caderno”, não é? Mas calma, não estamos falando que a teoria tem que acabar. Apenas que, talvez, colocar a mão na massa seja uma ótima forma de fixar o conhecimento passado pelo professor.


Uma das maiores vontades dos professores é que seus alunos engajem com o seu conteúdo. E qual melhor forma de gerar engajamento do que por meio de jogos e brincadeiras? Como esse engajamento cresce consideravelmente na prática da gamification, os níveis de produtividade, foco, organização, atenção e determinação do aluno também. Isso faz com que o conhecimento seja absorvido em camadas mais profundas do cérebro, na memória de longo prazo. Ou seja, conhecimento devidamente fixado na memória, sem “decoreba”!


Recompensas na gamification


Errar pode ser frustrante, porém é errando que se aprende! E na técnica de gamification, essa dinâmica é muito mais rápida:

Na psicologia, também é conhecido como “reforço positivo”, um método de “treinamento mental” a partir de um sistema de recompensas. O reforço ocorre quando, após realizada uma atividade, há um estímulo positivo, reconhecimento ou apoio motivacional. No caso da gamification, esse estímulo é passar de fase ou ganhar pontos.


Uma forma de recompensa nesses jogos são os badges (equivalente a selos, em português). Os badges são uma forma tangível de mostrar ao aluno o quanto ele já aprendeu, além de gerar uma competição saudável entre ele e seus amigos para ver quem está na frente. Ou seja, quem aprendeu mais. Isso faz com que eles se interessem mais e mais para estar sempre na frente!


Os games possuem fases, e são nelas que o aluno consegue medir sua evolução. Em algumas delas, o jogador precisa voltar ao início e refazer todo o processo para conseguir passá-las. No caso dos alunos de inglês, por exemplo, essa é uma ótima forma de reforçar o aprendizado, fixando ainda mais o conteúdo.


Um estudo da Gartner concluiu que, só em 2019, a gamification será responsável por movimentar USD 5 bilhões no mundo todo e, até 2020, cerca de 70% das maiores empresas do mundo terão a cultura da gamification em pelo menos uma de suas atividades.





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